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É possível viver bem em imóveis que medem até 40 m². Veja como

Selecionamos três projetos incríveis com metragens reduzidas e mostramos os truques para morar bem, sem aperto

Não tem jeito. Quando a área é reduzida, o planejamento deve ser impecável para caber tudo o que é necessário em uma casa. Arquitetos e designers de interiores recorrem a elementos como bancadas, vidros, prateleiras e nichos na hora de trazer amplitude aos ambientes. E funciona. Alguns projetos permitem até inserir mais armários, sem se sentir em um mesmo ambiente o tempo todo. Reunimos abaixo três propostas para imóveis com metragens de 32 m², 35 m² e 38 m² para você se inspirar e conseguir bons resultados na reforma. Confira os detalhes:

André Giorgi

Divulgação

Divulgação

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Gasto com burocracia chega a 4% do valor do imóvel

Para a maioria das pessoas, o sonho da casa própria passa pelo crédito. Mas antes de pegar as chaves os compradores precisam enfrentar a burocracia do financiamento, que pode custar o equivalente a 4% do valor do imóvel, segundo estimativa da Associação Brasileira dos Corretores de Empréstimo e Financiamento Imobiliário (Abracefi).

Assim, quem comprou um imóvel na planta por R$ 500 mil pode gastar até R$ 20 mil para bancar a burocracia, cujos custos aparecem quando o comprador vai contratar o financiamento bancário. O valor é estimado com base na soma das despesas de cartório e impostos cobrados na compra do imóvel, como taxas de registro, escritura e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que varia conforme a cidade.

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Passo a passo

O financiamento de imóvel na planta exige cuidados do comprador. Especialistas dão algumas dicas:

Aprovação do crédito

A obra terminou e o habite-se foi averbado em cartório. A partir daí é possível dar entrada ao processo de financiamento para quitar o saldo devedor junto à construtora. Cerca de 90 dias antes da previsão de averbação do habite-se (que costuma durar cerca de um mês após a conclusão da obra), é ideal que a pessoa comece a procurar uma assessoria para auxiliar no processo de financiamento. No caso de profissionais liberais, o recomendado é que seis meses antes da entrega das chaves o comprador passe a movimentar toda a sua renda em uma conta bancária. Outra dica, essa para todos os compradores, é evitar empréstimos antes do financiamento do imóvel, além de tomar cuidado com o seu histórico de crédito.

Fique atento

>> Embora cada instituição tenha um perfil de análise para a aprovação do crédito, os bancos olham a capacidade de financiamento do comprador com base em sua renda. Nesse caso, tudo que comprove a capacidade do mutuário para honrar o financiamento é bem vindo: contracheque, movimentação bancária, Imposto de Renda. A pré-aprovação do crédito pode ser feita com antecedência e ajuda a agilizar o processo, já que enquanto o financiamento não sai o comprador paga juros de 1% ao mês, além da correção do IGP-M, para a construtora. Neste caso, é importante comparar o Custo Efetivo Total da operação e não apenas a taxa de juros do financiamento.

Avaliação do imóvel

A avaliação do imóvel faz parte do processo de financiamento e é feita pelo banco no qual o comprador está buscando o crédito. Somando os custos da avaliação do imóvel e da análise jurídica dos documentos da construtora e do mutuário, o valor fica entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil. Esse processo formaliza a concessão de crédito e permite a emissão do contrato de financiamento.

Fique atento

>> O cliente não é obrigado a fazer o financiamento com o banco que financiou a obra, embora essa instituição possa oferecer algumas facilidades em relação à documentação do imóvel. Neste caso é preciso ficar atento à chamada taxa de interveniência, quando o comprador escolhe outro banco para financiar o bem e é penalizado com o pagamento de uma tarifa que pode ir de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil. A cobrança só é legal se estiver assegurada no contrato de compra do imóvel junto à construtora. A melhor hora para negociar o não pagamento dessa taxa é no momento da compra do imóvel.

Assinatura do contrato

Com o contrato assinado, é hora de registrar o imóvel. É preciso recolher o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que varia conforme a cidade e em Curitiba equivale a 2,4% do imóvel. O ITBI é municipal e atesta a transferência de propriedade da incorporadora para o comprador. Depois de pago, leve o contrato ou a escritura para o cartório de registro de imóveis. Os custos de cartório variam conforme o valor do imóvel.

Fique atento

>> A Lei Federal 12.424/11 determina um desconto de 50% nos custos de cartório para quem estiver comprando o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de habitação (SFH). O mutuário preenche uma declaração e pede o desconto no ato do registro do imóvel.

>> A venda casada de produtos é proibida. No contrato de financiamento, apenas dois seguros são obrigatórios e estão embutidos no Custo Efetivo Total (CET) da operação. Um deles é o seguro de Morte ou Invalidez Permanente ? que quita o saldo devedor no caso de morte ou invalidez do mutuário (a alíquota varia de acordo com a idade e é calculada sobre o saldo devedor, mês a mês). Uma normativa do Banco Central exige que os bancos ofereçam duas seguradoras para que o mutuário possa escolher. O outro é o seguro de Danos Físicos ao Imóvel (DFI), que cobre a garantia do banco que é o imóvel. É fixo e é calculado sobre o valor do imóvel.

Em Curitiba, o ITBI equivale a 2,4% do valor total do imóvel. A guia de recolhimento imposto municipal é necessária para registrar o imóvel ? enquanto o registro não é feito, o banco não libera o valor do financiamento para a construtora.

Segundo a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) no Paraná, a maior parte das unidades que serão entregues em Curitiba neste ano está na faixa de R$ 200 mil a R$ 400 mil, com preço médio de R$ 346 mil ? um imóvel nesse valor terá um custo de burocracia de quase R$ 14 mil, portanto.

?O ideal seria que as pessoas conseguissem economizar esse porcentual para cobrir as despesas do processo, mas nem sempre é possível, já que a maioria costuma raspar as economias para honrar o pagamento do imóvel ainda na fase de construção?, diz o presidente da Abracefi, Marcelo Prata.

Em maio, a analista financeira Bruna Wzorek e o analista de logística Bruno de Oliveira compraram, na planta, um apartamento de R$ 143 mil em São José dos Pinhais. O imóvel deve ficar pronto em junho de 2015 e, até lá, o casal ? que tem renda média de R$ 5 mil mensais ? teria de reservar o equivalente a R$ 5,7 mil. ?Queremos fazer uma reserva para os custos do financiamento, mas ainda estamos apertados com a entrada e as parcelas mensais pagas à construtora?, diz Bruna.

Segundo a advogada especialista em direito imobiliário Lucíola Lopes Corrêa, os cuidados devem começar na hora da compra do imóvel. Para autônomos e profissionais do setor privado, é aconselhável reservar 20% da renda para cobrir todas as despesas do financiamento. ?É importante fazer o cálculo anual do financiamento e não olhar apenas a parcela mensal?, diz.

Para quem chegou ao momento de contratar o financiamento sem conseguir economizar, alguns bancos incluem essas despesas no saldo total do financiamento. O problema é que, em boa parte dos casos, o mutuário precisa ter dinheiro em mãos para quitar os débitos e depois o banco reembolsa o valor, que é somado ao saldo do financiamento sobre o qual incidem juros anuais.

Entrega recorde dá impulso ao crédito

Quatro anos após o início do boom de lançamentos, em 2009, o mercado imobiliário de Curitiba vai bater o recorde de entregas de novos imóveis em 2013 ? 14.445 novas unidades devem passar das mãos das construtoras para o mercado, segundo a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) no Paraná. O número supera as entregas feitas em 2011, 2012 e a expectativa para 2014, quando as entregas devem cair pela metade.

O crédito para financiamentos imobiliários promete crescer acima da média dos últimos anos. Responsável por 75% do mercado de crédito habitacional no país, a Caixa Econômica Federal (CEF) registrou aumento de 60% na concessão de crédito imobiliário em Curitiba de janeiro a maio deste ano em relação ao mesmo período do ano passado ? de R$ 1,2 bilhão para R$ 1,92 bilhão.

R$ 1,2 bilhão foi pago, neste mês, pelos concessionários dos três aeroportos privatizados pelo governo federal (Guarulhos, Viracopos e Brasília). Os recursos, referentes às outorgas de concessão, foram destinados ao Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), que pertence ao Tesouro Nacional.Até 2020 o Fundo deve arrecadar R$ 34,275 bilhões, o suficiente para ampliar a infraestrutura aeroportuária, na visão de especialistas. Eles alertam, porém, sobre a possibilidade de desvio desses recursos para outras áreas e para o risco de que sejam contingenciados pelo Tesouro, como já ocorre com o Fistel e o Fust, das telecomunicações. ?É bastante dinheiro. Mas é necessário realmente alocar os recursos para o setor. Não pode acontecer o mesmo que houve com outros fundos?, diz Gesner Oliveira, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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Linha imobiliária deve passar carteira para consumidores

SÃO PAULOO financiamento para compra e construção de imóveis deve se tornar a principal carteira de crédito para os bancos brasileiros ainda neste semestre. De acordo com as projeções da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o saldo da carteira de crédito imobiliário deve atingir um patamar em torno de R$ 300 bilhões em agosto, superando, a partir daí, o saldo da carteira de crédito pessoal. Os empréstimos para compra e construção de imóveis no País atingiram o montante de R$ 49,6 bilhões no primeiro semestre de 2013, volume 34% superior aos R$ 37 bilhões no mesmo período de 2012.

O volume é o maior já registrado em um único semestre, segundo a associação. Os dados levam em conta apenas os financiamentos com recursos provenientes das poupanças. Pelas regras do Banco Central, 65% do saldo da caderneta devem ser direcionados pelos bancos para o crédito do tipo imobiliário.

O crescimento foi puxado pelos financiamentos destinados à compra de imóveis. Este segmento, destinado a consumidores, avançou 45%. Já os empréstimos para construção de imóveis, tomados pelas construtoras, avançou apenas 12% no mesmo período, de acordo com a Abecip.

Em junho, o volume de concessões alcançou R$ 11,2 bilhões, alta de 51% comparativamente a junho do ano passado e aumento de 15% em relação a maio. Nos 12 meses compreendidos entre julho de 2012 e junho de 2013, os empréstimos imobiliários totalizaram R$ 95,3 bilhões, 19% mais do que nos 12 meses anteriores.

Em termos de unidades, até junho foram financiados 244,7 mil imóveis, 14% a mais do que em 2012. Em junho, foram financiados 53,2 mil imóveis, crescimento de 12% em relação a maio e de 27% na comparação com junho de 2012. Nos últimos 12 meses até junho foram financiados 483,6 mil imóveis, 3% a mais do que nos 12 meses precedentes.

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65% das famílias admitem ter dívidas

As famílias brasileiras não se percebem como muito endividadas. Tampouco os estudos do Banco Central apontam para o descontrole dos orçamentos familiares. Nos dados de julho da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 65,2% das famílias brasileiras declararam-se endividadas. Desse total, apenas 14,1% se dizem muito endividadas e 7,4% afirmam que não terão condições de honrar os compromissos financeiros assumidos.

Na medição do Banco Central para o acumulado de 12 meses em abril de 2013, o comprometimento da renda familiar com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) chegou a 44,2%. Quando expurgadas as dívidas com crédito imobiliário, o percentual cai para 30,5%, faixa que vem se mantendo com pequenas oscilações desde outubro de 2012.

“Apesar do patamar alto, não há risco de explosão da inadimplência”, diz Bruno Fernandes, economista da CNC. Segundo ele, os brasileiros estão aprendendo a lidar com as dívidas. Uma lição muito proveitosa dos últimos anos veio com a abundância do crédito para veículos, a partir de 2009. Depois de deflagrada a crise financeira nos Estados Unidos, foram abertas as torneiras de dinheiro para compra de carros no Brasil, com prazos longos para pagamento. Houve uma alta da inadimplência, com consequente crescimento da devolução de veículos pelos devedores. “Tanto as instituições financeiras quanto os consumidores aprenderam com a experiência”, acredita.

Para Fernandes, a análise da Peic já mostra a mudança de perfil do endividamento: os créditos mais baratos, como o consignado e o habitacional, estão substituindo o cheque especial e o crédito pessoal, o que significa uma melhoria na qualidade da dívida.

Segundo Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, a disponibilidade de crédito ao consumidor é relativamente recente na economia brasileira. Até por volta de 2004, só havia crédito de curto prazo, sem regulamentação adequada para financiamentos. Para ele, houve um certo descompasso entre o preparo da população para lidar com crédito e o desenvolvimento do mercado. “Hoje existe um mercado de crédito aquecido para uma população em processo de aprendizado”, diz.

O indicador brasileiro de educação financeira, lançado pela Serasa Experian em maio passado, dá pistas sobre esse despreparo. Dividido em três categorias – atitude, conhecimento e comportamento -, o indicador atribuiu nota 6 em educação financeira ao brasileiro em uma escala de zero a 10. “A pesquisa registrou um bom nível de informação, o que significa que as pessoas têm informação sobre dívidas, taxas de juros e inflação”, explica Rabi. O que puxou para baixo o indicador foi o comportamento, que teve 5,2 de nota média. “Esse item mostrou que as ações das pessoas não convergem para o equilíbrio do orçamento e tampouco para a poupança”, diz.

Paulo Roberto Silva Santos, consultor de finanças pessoais, diz que o grande aprendizado a ser adquirido é o planejamento do orçamento familiar. “O planejamento é o segredo do orçamento equilibrado e a porta de entrada para o mundo da poupança”, ensina Santos. Mas avisa que não é tarefa fácil, uma vez que exige mudança de hábitos, controle de impulsos de compra e, ainda, questionamento até mesmo de gastos simples, como os cafezinhos na rua ou as esmolas dadas de bom coração no farol. “Os pequenos gastos são invisíveis na percepção de grande parte das pessoas, mas têm impacto na contabilidade pessoal”, diz.

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Como escolher ações e fundos imobiliários para se aposentar

Saiba quais os critérios para escolher ações e fundos imobiliários “tranquilos” para multiplicar seu patrimônio até a aposentadoria

Paulo Fridman/Bloomberg News

Bolsa de valores de São Paulo, a Bovespa

Ações e fundos imobiliários, negociados na Bolsa, podem formar a parte de renda variável da poupança para a aposentadoria

São Paulo – Quem está poupando para a aposentadoria pode querer adicionar à carteira ações e fundos imobiliários para tentar turbinar a rentabilidade no longo prazo. Mas como fazer a escolha desses ativos em um mercado que oscila tanto, e tendo em vista que o investimento para a aposentadoria não pode ser arriscado?

Ainda que o mercado de renda variável não esteja caminhando muito bem, esses investimentos têm a vantagem de, no longo prazo, conseguirem superar a inflação ou ainda terem um desempenho descolado de certos indicadores e da renda fixa. Por isso, especialistas recomendam que parte dos investimentos para a aposentadoria seja alocada nesses ativos, ainda que em pequeno percentual.

Mesmo assim, não é recomendável que essa parcela da carteira tome um risco excessivo. A casa de análise Empiricus, que recentemente começou a comercializar um relatório voltado especialmente para a recomendação de ações e fundos imobiliários para a aposentadoria, dá as dicas de como escolher boas ações e bons fundos imobiliários a fim de formar uma carteira firme para a aposentadoria.

Ações: foco na geração de caixa

As ações para compor uma carteira para a poupança para a aposentadoria devem ser de empresas com boa geração de caixa, recorrente e crescente. A ideia é que elas tenham uma boa previsibilidade de resultados e paguem bons dividendos. No futuro, esses proventos podem se tornar uma das fontes de renda do aposentado, sem que seja sequer necessário se desfazer dos papéis.

Na carteira recomendada pela Empiricus com fins de aposentadoria constam dez ações de variados setores, como consumo, varejo, energia elétrica, mineração e até tecnologia. A casa lembra que momentos de baixa sistêmica do mercado são ideais para aumentar a posição nessas ações voltadas para o longo prazo, e que uma boa estratégia para quem ainda não está usando a renda é reinvestir os dividendos.

Fundos imobiliários: retornos regulares

Os fundos imobiliários são fundos que investem em grandes imóveis corporativos ou papéis de renda fixa ligados ao setor imobiliário. Eles têm suas cotas negociadas em Bolsa como se fossem ações e os rendimentos mensais provenientes dos aluguéis dos imóveis não são tributados. Mais uma vez, uma oportunidade de gerar renda para a aposentadoria que, assim como os dividendos, é isenta de IR.

Esses ativos têm como vantagem o fato de seu desempenho ser normalmente descolado do desempenho das ações negociadas na Bolsa, além de mesclar características de renda fixa e variável, o que faz com que tenham um risco intermediário a essas duas modalidades.

A previsibilidade também é fator importante na hora de escolher bons fundos imobiliários para a carteira da aposentadoria. De acordo com a Empiricus, é necessário que os fundos escolhidos tenham um bom retorno, mas este não precisa – e não deve – ser muito acima da média, uma vez que quanto maior o retorno, normalmente maior o risco.

O ideal, dizem os analistas da Empiricus, é que esses rendimentos sejam um pouco superiores que os da renda fixa, e que os pagamentos sejam regulares. Em função disso, muitos fundos já estabelecidos no mercado há algum tempo terão um histórico de retornos mais rico e fácil de analisar.

Outro fator importante é que as carteiras dos fundos escolhidos sejam bem diversificadas, com mais de uma dezena de imóveis de qualidade. Dessa forma, se um deles tiver algum problema, o retorno do fundo não será tão afetado. Além disso, bons ativos proporcionam ainda um bom potencial de valorização das cotas do fundo no longo prazo, de forma que, quando elas forem vendidas, seja possível ganhar com a alta dos imóveis da carteira.

A Empiricus lembra, porém, que o potencial de valorização das cotas dos fundos voltados para a aposentadoria também não deve ser muito acima da média, uma vez que isso também sinaliza um maior risco. Quem quiser apimentar um pouco mais a parcela da carteira destinada a fundos imobiliários pode investir 20% da quantia voltada para esses ativos em fundos com um único imóvel em carteira ou com exposição a um determinado setor, como shoppings ou educação, dizem os analistas.

A carteira indicada pela Empiricus contém cinco fundos, mesclando alguns mais conservadores e diversificados, como os de agências bancárias, com fundos voltados para setores, como o de shoppings, ou para um único imóvel corporativo. A facilidade de vender as cotas do fundo pode ser interessante, mas não é crucial, diz a Empiricus, uma vez que a ideia é manter as cotas na carteira por um bom tempo.

No primeiro relatório da casa de análise voltado para a aposentadoria e assinado pelo analista Rodolfo Amstalden, os analistas da Empiricus se dizem otimistas com os fundos imobiliários, vendo “espaço formidável de crescimento” e fatores macroeconômicos favoráveis aos imóveis e aos fundos imobiliários.

Revisar a carteira é preciso

Se você ainda é jovem e tem muito tempo até a aposentadoria, a escolha das ações e dos fundos imobiliários para a aposentadoria não significa que você deverá segurar esses ativos até o momento de pendurar as chuteiras. As revisões podem ser feitas anualmente, recomenda a Empiricus, e eventualmente devem ser trocados alguns ativos. Mas a troca deve ser motivada por fatores excepcionais, e não por desvalorizações momentâneas, ainda que acentuadas.

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